Água da rede pública distribuída pela INDAQUA com qualidade premiada
Seis empresas do Grupo INDAQUA foram premiadas com o Selo da qualidade exemplar de água para consumo humano. A distinção foi atribuída pelo regulador do setor (ERSAR), que revelou também novos dados sobre a qualidade da água em Portugal. Nas empresas do Grupo INDAQUA, o indicador “água segura” chegou a uma média de 99,78%.
As boas notícias sobre o abastecimento público constam do mais recente relatório da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Serviços (ERSAR), com dados relativos a 2023.
O relatório apresenta uma média nacional de água segura de 98,77%, o que, para a ERSAR, confirma “a consolidação do patamar de excelência na qualidade da água fornecida na torneira dos portugueses”. Desde 2015 que este indicador ronda os 99%.
Nos territórios cujo abastecimento é garantido pelo Grupo INDAQUA (Barcelos, Marco de Canaveses, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Paços de Ferreira, Santa Maria da Feira, Santo Tirso/Trofa, Vila do Conde), a média do indicador “água segura” chegou aos 99,78%.
O relatório recorda ainda que, nestes municípios, o Grupo INDAQUA distribui mais de 99 milhões de litros de água por dia.
Com base nos resultados do relatório, a ERSAR distinguiu ainda seis empresas do Grupo com o Selo da qualidade exemplar de água para consumo humano, atribuído às entidades com melhor desempenho nesta área: Águas de Barcelos, Águas de Paços de Ferreira, INDAQUA Feira, INDAQUA Matosinhos, INDAQUA Vila do Conde e INDAQUA Oliveira de Azeméis.
Os prémios foram entregues no decorrer do Seminário Nacional de Abastecimento de Água, realizado em Tomar.
“Os resultados e distinções apresentados pela ERSAR são de grande relevância para a garantia de confiança junto dos consumidores. O abastecimento público continua a distinguir-se pela sua qualidade, o que reforça a necessidade de sensibilização junto dos consumidores para a ligação à rede. Infelizmente continuamos a ter, em Portugal, 600 mil alojamentos, o equivalente às cidades de Lisboa e Sintra juntas, onde se prefere correr o risco de utilizar poços ou furos, cuja segurança não está testada ou garantida, ou consumir água engarrafa que, sendo várias centenas de vezes mais cara, tem todos os impactos ambientais associados e que são já bem conhecidos. Esta é uma realidade que é urgente alterar”, enquadra Pedro Perdigão, CEO do Grupo INDAQUA.
O relatório “Controlo da qualidade da água para consumo humano” apresenta, a nível nacional, a realização e conformidade das análises que são exigidas a cada empresa de abastecimento.